×
Siga-nos:
Classe Contábil
PUBLICADO 7 meses ATRÁS.

Três principais equívocos ao escolher um regime tributário

Que um bom regime tributário é fundamental para a saúde financeira e contábil da sua empresa, ninguém discorda. Uma boa escolha pode reduzir bastante os custos com tributos que a empresa deve pagar. Mas você sabe quais são os principais equívocos que se comete ao escolher um regime tributário?

Entre os principais, como bem lembra Jorge Pessoa, diretor da Person Consultoria, está o fato do empresário “não entender adequadamente o negócio e sua correta classificação nos cadastros e códigos na Receita e não projetar os cenários adequados devido a ausência de um orçamento empresarial adequado ou falta dele”. Por isso, o Classe Contábil reuniu os três equívocos mais comuns realizados quando se tomado essa decisão.

 

Créditos: Pexel

Simples não é regra para empresas de pequeno porte

O melhor regime de tributação deve ser avaliado caso a caso. “É senso comum que para empresas de pequeno porte o Simples Nacional é a melhor opção. Apesar de reconhecer que esse regime traz uma simplificação no que tange as obrigações acessórias da empresa e cálculos dos tributos, nem sempre será a melhor opção do ponto de vista financeiro, podendo o Lucro Presumido ser o mais indicado”, lembra Fábio Silva, coordenador do MBA de Gestão Tributária da Faculdade Fipecafi.

Tudo deve ser avaliado

O Simples Nacional tem um custo de compliance menor e abarca outros tributos que não apenas o imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro líquido, o que deve ser considerado na comparação com os demais regimes. O Lucro Presumido, quando comparado ao Lucro Real, é mais simples e, portanto, também possui custo de compliance inferior, o que pode justificar sua escolha em detrimento do regime mais complexo.

Atenção aos tributos

Além disso, a escolha entre Lucro Real e Lucro Presumido afeta a apuração do PIS e Cofins das empresas. Mas um dos principais equívocos, de acordo com o Gilberto Luiz do Amaral, advogado tributarista e sócio da Amaral, Yazbek Advogados, advogado tributarista, é “não fazer cálculos analíticos que comparem os diversos regimes tributários, bem como deixar de considerar a incidência de PIS e Cofins e analisar somente IRPJ e CSLL”. Para evitar esses equívocos a empresa deve ser assessorada por consultores qualificados, que possuam habilitação para avaliarem todas essas variáveis e permitam, ao final, a melhor escolha.

 

 

 

 




COMPARTILHAR

Deixe uma resposta

*Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Leia também

Receba gratuitamente nosso informativo de artigos e notícias em seu e-mail