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PUBLICADO 1 semana ATRÁS.

A CONTABILIDADE E A RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL PICOENSES: o uso do balanço social para promover o desenvolvimento da comunidade

A CONTABILIDADE E A RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL PICOENSES: o uso do balanço social para promover o desenvolvimento da comunidade

 

Francisco Ramires Santos Bezerra[1],

Nauro Luz de Sousa[2],

Nilson Bezerra de Figueredo [3],

Paulo Fernandes Osório Romão [4]

 

 

RESUMO: A responsabilidade social consiste, em linhas gerais, no ato de devolver a comunidade tudo o que os empreendimentos e as profissões absorvem direta e indiretamente do local onde está inserido. Não é uma ação de filantropia, mas um compromisso social e nesse contexto, o contador assume um papel decisivo para conscientizar e sensibilizar as organizações que o balanço social – importante instrumento da gestão – pode conter além dos aspectos econômicos e financeiros de rentabilidade a empresa aspectos oriundos das rotinas empresarias que possam contribuir para a transformação social do micro e macroambiente de onde as empresas estão alocadas. Sendo assim, o objetivo geral do trabalho é pesquisar o papel do contador no uso do balanço social dos empreendimentos para a promoção da responsabilidade social. Como objetivos específicos almeja-se: explanar sobre empresa e responsabilidade social; dispor sobre o uso do balanço social empresarial para desenvolver a comunidade; discutir o papel do contador no processo de sensibilização das empresas para a ocorrência da responsabilidade social e apontar as opiniões de contadores picoenses acerca da influência contábil para as empresas usarem estratégias no balanço social para crescimento da comunidade local. A metodologia do estudo, trata-se de uma pesquisa exploratória, qualitativa com quatro contadores de empresas privadas da cidade de Picos. Os resultados da coleta de campo apontam que os contadores não conseguem sensibilizar os empreendimentos em que trabalham para usar o balanço social para promover algum compromisso social com os picoenses e, portanto, chega-se à conclusão de que a contabilidade não exerce nenhuma influência para que as empresas onde trabalham cumpram com responsabilidade social que deveriam ter através do balanço social para promover o desenvolvimento da comunidade picoense.

 

Palavras-Chave: Balanço Social. Contabilidade. Empresa. Responsabilidade Social.

 

1 INTRODUÇÃO    

A responsabilidade social empresarial é uma atividade inerente a toda e qualquer área do saber e empreendimento. Ou seja, não existe um pressuposto básico e essencial para que uma profissão e uma empresa possa apoiar e realizar a referida atividade.

Sabe-se que na atualmente as relações humanas frente ao desenvolvimento econômico, político, social, cultural e religioso estão cada vez mais decisivas para o sucesso eficiente, eficaz, efetivo e integrativo dos empreendimentos, organizações, instituições, corporações e empresas. Resumindo: tais relações, constituem-se como fatores críticos de sucesso para o alargamento e manutenção fixa do mercado (ASHLEY, 2002).

De acordo com Chiavenato (2008, p. 62) a prova de que as relações humanas influenciam os empreendimentos é a de que “[…] o único integrante racional e inteligente das organizações é o elemento humano: a cabeça e o sistema nervoso da organização. O cérebro do negócio. A inteligência que toma decisões” e por conta disso, exercem uma influência ímpar no agir e desenvolver das organizações.

Contemporaneamente, o mercado não é visto apenas como foco e fonte de lucro na sociedade e “a atuação empresarial neste cenário exige que a instituição estabeleça uma estrutura de gestão da qual o lucro é consequência” (BRITO, 2009, p. 4).  As novas relações comerciais visam devolver, ou melhor, oferecer ao indivíduo uma espécie de responsabilidade/ou responsabilização para com os consumidores e clientes. E numa visão mais abrangente estendem a responsabilização a todo micro e macroambiente social que está inserido

É sobre o contexto que o objetivo geral do trabalho é pesquisar o papel do contador no uso do balanço social dos empreendimentos para a promoção da responsabilidade social. Como objetivos específicos almeja-se: explanar sobre empresa e responsabilidade social; dispor sobre o uso do balanço social empresarial para desenvolver a comunidade; discutir o papel do contador no processo de sensibilização das empresas para a ocorrência da responsabilidade social e apontar as opiniões de contadores picoenses acerca da influência contábil para as empresas usarem estratégias no balanço social para crescimento da comunidade local.

Por fim, a justificativa que rege este trabalho é a de que a cada dia há mais empreendimentos no mercado picoense e consequente necessita-se de profissionais contábeis capacitados para cuidar das finanças das empresas e ajudar as organizações a tomar as melhores decisões para desenvolver-se tanto no plano comercial quanto social e como as ações de responsabilidade demandam também investimento financeiro, buscou-se saber o papel do contador por meio do balanço social para convencer o empresariado a assumir um compromisso social com a comunidade picoense.

 

2 REFERENCIAL TEÓRICO

 2.1 Empresa e responsabilidade social

 O compromisso social da empresa perpassa atualmente as famigeradas questões de mercado. A compra, venda e lucro não é mais o foco das relações capitalistas. Nessa perspectiva, Morgan (2002) já fala em um novo sistema econômico – neocapitalismo – que corresponde a uma versão “mais humanizada” do capitalismo, onde a forma como os empreendimentos, patrões e empregados versus comunidade onde estão inseridos assumem novas conotações na sociedade.

As novas relações empresariais são o foco do compromisso não apenas social dos empreendimentos, mas também é inclusive um alvo econômico, político e até mesmo cultural o que antes era representado pelas relações subalternas agora “recomenda-se, política de valorização da sociedade onde a empresa está inserida” (REGO, 2000, p. 153).

Assim sendo, o perfil das empresas hoje e especificamente no Brasil, baseia-se principalmente   na responsabilidade social de eventos culturais e ambientais compreendendo:

[…] recuperação de cidades e monumentos históricos, apoio a pesquisas e institutos de reconhecido valor, campanhas de adoção de atletas, ajuda ao desenvolvimento das artes, enfim, promoções que consigam edificar uma indispensável aliança entre empresa e cultura. Será possível, assim, compor o perfil das responsabilidades socioculturais das organizações e torná-las os principais pontos de atenção de um amplo programa de comunicação de imagem (REGO, 2000, p. 153).

Nesse contexto, explica-se que a empresa são várias as definições. Na sentindo físico, compreende uma estrutura de qualquer modalidade de ambiente logístico com ideais de mercado. No âmbito social, designa-se uma organização com estrutura que atenda e assume uma responsabilidade social, cultural, econômica e ambiental tanto com o empregado quanto com a comunidade, consumidores e sociedade.

Diante disso, explica-se que muitas empresas afirmam uma missão, definem valores e na prática realizam ações deturpadas em relação com a política da empresa e assim espera-se de uma empresa uma relação que perpasse os valores econômicos de compra, venda e lucro. Todos necessitam de responsabilidade social empresarial.

Segundo Brito (2009, p. 4) responsabilidade social empresarial é:

o conjunto de ações que beneficiam a sociedade e as corporações que são tomadas pelas empresas, levando em consideração a economia, educação, meio-ambiente, saúde, transporte, moradia, atividade locais e governo que  social engloba todo o agir das empresas e não apenas as suas ações de assistência social. A atuação empresarial neste cenário exige que a instituição estabeleça uma estrutura de gestão da qual o lucro é conseqüência, sendo classificada como fora da moralidade pública à atuação empresarial com foco exclusivo nos interesses de proprietários e acionistas.

O trabalho da responsabilidade social é intenso e profundo, pois além da dificuldade de sensibilizar gestores de agir pensando no social em detrimento do lucro, os profissionais das empresas devem mostrar soluções viáveis para que no balanço social das empresas seja incorporada ações para desenvolver a comunidade.

 2.2 Balanço social

O balanço social é uma importante ferramenta para a gestão das empresas (INSTITUTO ETHOS, 2001) e pode ser incorporado ao balanço patrimonial das aziendas permitindo que os empresários e áreas profissionais que cuidam do departamento comercial e financeiro dos empreendimentos consigam controlar e mensurar a responsabilidade social das organizações.

Data de 1970 quando o balanço social começou a fazer parte das discussões teórica rotina empresarial, mas é somente em 1981 que Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas – IBASE pertencente ao terceiro da economia realizou e publicou o primeiro balanço social que se tem conhecimento no Brasil.

Conforme Kunsch (2003, p. 139) o balanço social constitui como uma ferramenta  “[…] capaz de demonstrar por meio de indicadores sociais, o montante de investimentos das organizações em ações empreendidas em benefício do público interno, da cultura, da comunidade local e da sociedade como um todo”.

As ações de responsabilidade social e empresarial demanda montantes financeiros, investimentos relevantes a depender da área que se busca apoiar/investir. A empresas que criam centros educativos, esportivos, creches, orfanatos, centros de reabilitação e etc. para ajudar a dirimir as consequências das mazelas sociais existentes do país.

Por isso mesmo, ao lidar com dinheiro dos empreendimentos, cabe aos profissionais de economia, administração e, sobretudo, ao contador sempre avaliar a conveniência e oportunidade do quantitativo financeiro que se pode investir para ajudar no desenvolvimento da comunidade onde a empresa está inserida.

2.3 O contador, o balanço social e responsabilidade social das empresas

 O contador possui muitas responsabilidades no local onde exerce sua profissão e a principal delas relaciona-se à avaliação e controle do patrimônio das empresas. O profissional contábil possui mais conhecimento de causa da realidade financeira de um empreendimento que seu próprio dono, pois diariamente está em contado as finanças.

Conforme Franco (1997, p. 21) o contador:

[…] estuda os fenômenos ocorridos no patrimônio das entidades, mediante o registro, a classificação, a demonstração expositiva, a análise e a interpretação desses fatos, com o fim de oferecer informações e orientação – necessárias à tomada de decisões – sobre a composição do patrimônio, suas variações e o resultado econômico decorrente da gestão da riqueza patrimonial

É nesse contexto apresentado que o contador frente à responsabilidade social dos empreendimentos ajuda a alta cúpula da empresa a tomar decisões pela adoção de atitudes que podem ajudar a comunidade de onde a empresa está inserida.

Para isso, necessita primeiramente identificar o problema essa fase de tomada de decisão corresponde quando o empreendedor constata que há uma lacuna no mercado consumidor que necessita ser preenchido. No segundo momento coleta-se informações relevantes acerca do problema identificado é quando o empresário perceba e analise o espaço do mercado consumidor que quer adentar perante o problema constatado (DELBANO, 2016).

Na terceira etapa desenvolve-se alternativas viáveis para solucionar o problema identificado. No quarto momento, avalia-se cada alternativa, ou seja, estuda-se a viabilidade de cada uma das proposições encontradas para solucionar o problema. Na quinta etapa, seleciona-se a melhor alternativa para dirimir o problema. Na sexta etapa, implementa-se a decisão, ou seja, põe-se em prática e sétima e mais importante tomada de decisão é o acompanhamento e avalição da alternativa tomada, pois é controlando a ação tomada que consegue perceber se atitude foi eficaz para evitar a perca do empreendimento e dos investimentos nele realizados (DELBANO, 2016).

Após dirimir todas essas etapas, estrutura-se no balanço social o montante financeiro que pode ser investido na proposta de responsabilidade social escolhida pela empresa analisando sempre a conveniência e oportunidade do patrimônio que se pode investir e isso, somente o contador consegue influenciar o empresariado das possibilidades de investimento que pode realizar.

 

3 METODOLOGIA

A metodologia do trabalho trata-se de um estudo qualitativo que usufrui da pesquisa exploratória que “permite um conhecimento mais completo e mais adequado da realidade. Assim, o alvo é atingido mais eficientemente, com mais consciência” (PIOVESAN; TEMPORINI, 1995, p. 324) executado por meio da entrevista aberta.

Conforme Duarte (2009, p. 3) a entrevista aberta “tem como ponto de partida um tema ou questão ampla e flui livremente, sendo aprofundada em determinado rumo de acordo com aspectos significativos identificados pelo entrevistador”.

A intenção do uso desses aparatos metodológicos é obter informações relevantes sobre o contador, a responsabilidade social e o uso do balanço social para mensurar o compromisso social das organizações.

Sendo assim, escolheu-se quatro contadores de grandes empreendimentos privados da cidade de Picos que afirmam em seus meios de comunicação organizacional executarem a responsabilidade social para desenvolvimento da cidade de Picos. A coleta de dados ocorreu nos dias 9, 10 e 11 de maio.

 

4 APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS

 A primeira indagação feita foi aos contadores foi: como o contador pode contribuir a realização da responsabilidade social empresarial de uma organização?

Contador 1: Explicando ao proprietário que a empresa possui condições financeiras de aplicar o lucro do empreendimento para ajudar em alguma situação social que precise de atenção.

Contador 2: Conscientizando que atualmente as empresas modernas não se preocupam somente com o lucro, mas também com bem-estar social da sociedade.

Contador 3: Fazendo lembrar que ações de responsabilidade social ajudam também a melhorar a credibilidade do empreendimento.

Contador 4: Destacando que é dever das empresas não somente gerar emprego, renda, pois deve ocasionar o desenvolvimento perante aos problemas sociais.

As percepções teóricas dos contadores muito vão de encontro com o pensamento de Rego (2000) e Brito (2009), pois a contemporaneidade empresarial não consegue o almejado lucro apenas apresentado à sociedade bons produtos e serviços, mas também função social no contexto onde está inserido.

A segunda pergunta destinada aos contadores refere-se ao seguinte questionamento: como contador, você já trabalhou com o uso do balanço social? Todos responderam que não. Pode-se inferir pela resposta dada que a empresa onde trabalham necessitam utilizar essa ferramenta que, atualmente, é bastante requerível no mundo empresário.

De acordo com o Instituto Ethos (2001) o balanço social, infelizmente, não é uma prática comum no seio empresarial por dois motivos distintos: os empreendimentos não praticam responsabilidade social empresarial e, portanto, não há necessidade de mensurar as finanças investidas nessa área e, por incrível que pareça há empresas que não usam o balanço social porque não sabem construi-lo.

Sendo assim, pergunta-se aos contadores o seguinte: As empresas onde trabalham possuem responsabilidade social empresarial para com a comunidade picoense? E novamente, a resposta foi não.

A resposta dos contadores não se constitui como uma assertiva lamentável ou assustadora, por assim dizer, pois o mercado consumidor ainda com as muitas modificações já existentes ainda possui forte resistência em compreender que investir no desenvolvimento social não vai causar a falência da empresa.

Rego (2000) explica que essa resistência a não realização da responsabilidade social é um constante que até o fim do século XXI já estará superada, pois as empresas necessitam do bem-estar social e vice-versa.

A última pergunta feita aos contadores diz respeito se eles se sentem frustrados por não conseguirem convencer a alta cúpula de onde trabalham a exercer a responsabilidade social empresaria e destacaram que:

Contador 1: Frustrado, não, mas não é confortante saber que o empreendimento pode ajudar o social e não faz porque pensa somente no lucro.

Contador 2: Não, pois não posso obrigar os chefes a investir no social, porém sempre que possível em comento com eles.

Contador 3: Não.

Contador 4: Não, como contador eu mostro que eles possuem patrimônio para investir em ações de responsabilidade social, contudo não se pode realizar a contra vontade dos patrões.

Os contadores não se sentem frustrados pôr as empresas onde trabalham não exercerem  a responsabilidade social empresarial, mas por suas verbalizações compreende-se que eles ao menos tentam convencer que é dever dos empreendimentos realizarem tal compromisso social.

 

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

 Os resultados da coleta de campo apontam que os contadores não conseguem sensibilizar os empreendimentos em que trabalham para usar o balanço social para promover algum compromisso social com os picoenses e, portanto, chega-se à conclusão de que a contabilidade não exerce nenhuma influência para que as empresas onde trabalham cumpram com responsabilidade social que deveriam ter através do balanço social para promover o desenvolvimento da comunidade picoense.

 

REFERÊNCIAS

ASHLEY, Patrícia Almeida. Ética e Responsabilidade Social nos Negócios, Coordenação. 2ª Edição São Paulo– Editora Saraiva, 2002.

 BRITO. W. Empresas Responsáveis e Comunidades Cidadãs: responsabilidade social sob o crivo da comunicação pública, 2009. Disponível em: < http://www.abrapcorp.org.br/anais2009/pdf/GT5_Walderes.pdf>. Acesso em: 11 mai. 2018.

CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 3.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

DELBANO, Benedita de Fátima. Responsabilidade Social e Ambiental. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2016.

DUARTE, Jorge. Entrevista em profundidade, 2009. Disponível em: < http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&sqi=2&ved=0CCUQFjAA&url=http%3A%2F%2Fxa.yimg.com%2Fkq%2Fgroups%2F21729374%2F795258217%2Fname%2FEntrevista%2Bem%2Bprofundidade.doc&ei=8diQU9CsN4uRqAbB54GADQ&usg=AFQjCNG1oY7TDYBSRfQmbuWdj0drqRpD3A&sig2=B2JBzEqBdp2werFiUjLqrw&bvm=bv.68445247,d.b2k >. Acesso em: 11 mai. 2018.

FRANCO, Hilário. Contabilidade geral. 23. ed. São Paulo: Atlas,1997.

INSTITUTO ETHOS. Responsabilidade social das empresas: a contribuição das universidades. São Paulo: Peirópolis, 2001.

KUNSCH, Maria Margarida. Kroling. Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada. Ed. rev., atual. e ampl. 3º ed. – São Paulo: Summus, 2003.

MORGAN, G. Imagens da organização. Edição executiva; tradução Geni G. Goldschmidt. – 2. ed. – 4a reimpressão – São Paulo : Atlas, 2002.

PIOVESAN, Armando.; TEMPORINI, Edméa Rita. Pesquisa exploratória: procedimento metodológico para o estudo de fatores humanos no campo da saúde pública. Revista Saúde Pública, São Paulo – SP, v.29, nº 04, p. 318-325, 1995. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/rsp/v29n4/10>. Acesso em: 11 mai. 2018

REGO, Francisco Gaudêncio Torquato do. Comunicação empresarial/comunicação institucional: conceitos, estratégias, sistemas, estrutura, planejamento e técnicas. – São Paulo: Summus, 2000.

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[1] Acadêmico do 7º período do curso de Bacharelado em Ciências Contábeis do Instituto de Educação Superior Raimundo Sá. E-mail: ramiressantos7@gmail.com

[2] Acadêmico do 7º período do curso de Bacharelado em Ciências Contábeis do Instituto de Educação Superior Raimundo Sá. E-mail: nauromoramed01@gmail.com

[3] Acadêmico do 7º período do curso de Bacharelado em Ciências Contábeis do Instituto de Educação Superior Raimundo Sá. E-mail: nilsonbezerra23@hotmail.com

[4] Acadêmico do 7º período do curso de Bacharelado em Ciências Contábeis do Instituto de Educação Superior Raimundo Sá. E-mail: fernandesromao9@hotmail.com




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